On:
On that rainy day, you and I... The moment we didn’t say a word, only awkward silence flowed between us as it pushed us apart. With cold faces, now you and I will we be able to go back? I still long for even that last moment I’m still like that... Into the falling rain... Into my tears.
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15 de set de 2015

Review: the GazettE - DOGMA

Olá, foi aqui que pediram uma postagem fresquinha? Ok. Isso foi tosco. Mas ninguém liga, afinal hoje é terça e todo mundo tá feliz, ou nem todos. Menos eu que vou passar em casa, pois não tenho nada melhor para fazer, que maré de sorte, hein? Estou tentando disfarçar a minha indignação por ainda não ter os dois volumes de Codename: Sailor V. Pronto. Será possível que, toda vez que tento adquiri-los algo sai errado? As pessoas só aparecem no ask.fm pra pedir skins que utilizo, gente, entendam, não vou disponibilizar algo que não é de minha autoria.



Com mangás da Sailor V, ou não, hoje é dia de the GazettE aparecer por aqui. Afinal de contas, eu acompanho essa fucking banda desde 2008, é bastante tempo, talvez seja a banda que eu acompanho por mais tempo. Mentira... Eu ainda adoro o trabalho do Linkin Park, os conheci antes disso. Enfim, the GazettE, que já falei sobre eles no 7th Disorder e pretendo postar sobre eles aqui também. A banda fez seu retorno depois de dois anos sem atividades. Eu não poderia deixar de falar dessa beleza intitulada: DOGMA. Como é um master review, tem download do álbum, não fiz icons desta vez, sorry. Deliciem-se!

O the GazettE vagabundeou por dois anos seguidos, eu já estava ficando impaciente com isso. Eu sei, eles mereciam uma pausa, todos merecem, mas, dois anos já é abuso. Felizmente, quando já estavam floopando, resolveram voltar com mais um trabalho, o tão misterioso Project:Dark Age e os lançamentos ao redor dele.

Sobre o DOGMA:



  • Data de lançamento: 26/08/15;
  • Número de faixas: 14;
  • Download: 4shared / MegaUpload;
  • Próximo lançamento: UGLY - single - (18/11/15);


Tracklist:



  • NIHIL
  • DOGMA
  • RAGE
  • DAWN
  • DERACINE
  • BIZARRE
  • WASTELAND
  • INCUBUS
  • LUCY
  • GRUDGE
  • PARALYSIS
  • DEUX
  • BLEMISH
  • OMINOUS

Caso queiram ouvir o álbum enquanto  acompanham a leitura do review...


R E V I E W


Nihil -  Como muitos, o GazettE também inicia seus trabalhos com bons instrumentais, eu os adoro. O pontapé inicial do DOGMA é Nihil. Um instrumental que mistura elementos eletrônicos e... Arabescos, é isso mesmo, ou fiz confusão? Uma combinação diferente, mas deu certo então... Haters gonna hate. A faixa me lembra claramente o dubstep infernal inserido no TOXIC e, também, em Beautiful Deformity. 4/5

DOGMA - Dogma, pra mim, é uma das melhores faixas deste álbum. Eu não sei o que é mais incrível, os riffs das guitarras, o poder do baixo, o vocal ou a liderança da bateria. A introdução da música é alucinante, no tempo em que Ruki começa a cantar com aquele tom realmente macabro, a música evoluí muito bem, uma pequena transição entre o "calmo" e o "agitado". Sintetizadores, eu não gosto muito deles. Geral diz que esse álbum é uma mistura de DIM e Beautiful Deformity, desculpa, mas não vejo nada dos dois álbuns em DOGMA. 5/5

Rage - Uma das faixas que não me agradaram muito, eu a acho desorganizada, um pouco sem sentido na parte instrumental. Eu mal consigo ouvir o trabalho do Reita. Para ser sincera, ela ficaria bem melhor sem o grande número de guturais e sintetizadores ou fora do álbum, podem me crucificar, eu sei que essa é a faixa favorita da grande maioria, mas não pra mim.  3,5/5

Dawn - A faixa começa com a aquela agressividade tipica do the GazettE que todos estão acostumados, destaque máximo ao trabalho dos guitarristas, sem deixar de fora a sensacional habilidade do Kai. Uma das coisas que gosto nessa faixa é a escolha de não ser abusiva demais com guturais exagerados. Ruki nos presenteia com sua costumeira risada em meio a faixa, preciso dizer que amo isso? Não. Antes do último refrão é possível ouvir claramente o poder do baixo de Reita, melhor parte. O final ganha guturais, claro, Ruki não os deixaria de fora. Eu realmente gosto de como a faixa termina, seria interessante ter um PV para Dawn, não? 5/5

Deracine - Faixa favorita do álbum, parem as máquinas. O foco da faixa são as guitarras trabalhando em conjunto com sintetizadores. É possível acompanhar um piano também, prestem atenção no poder do baixo de Reita, mais uma vez, é muito bom de se ouvir. Uma coisa que me chama atenção é a pronuncia do Ruki, seu inglês é bem mais perceptível em relação aos lançamentos anteriores da banda, andou fazendo cursinho no Fisk, Ruki? 5/5

Bizarre - Podem me crucificar ao ladinho de Jesus, essa foi a pior faixa do álbum. Começa com instrumental eletrônico, regado de sintetizadores (a era TOXIC ainda não te largou, GazettE?) que evoluem rapidamente para algo mais agressivo. Eu gosto de faixas com esse tipo de transição, mas o exagero de informações me deixa confusa. A única coisa que salva a música é o refrão, fim de papo. 2/5

Wasteland - Chegamos na metade do álbum! Apesar da faixa começar de uma forma realmente ruim, é muito gostosa de se ouvir. Obviamente, as guitarras e o baixo são o foco da faixa toda, e nos dão uma sensação tão gostosa, o que realmente completa tudo. O refrão é "limpo", ou seja sem muitos berros e "informações adicionais", foi uma boa escolha manter assim, neste caso, a atenção fica completamente voltada ao trabalho maravilhoso que se tem da parte de ambos guitarristas. Destaque maroto ao solo, que estou sentindo falta nas faixas... Enfim, mais uma das faixas que merecem total atenção. 5/5

Incubus - O pontapé inicial da música é um instrumental poderoso. Tudo flui de maneira gloriosa. O refrão é a melhor parte, tem a quantidade de energia certa, já estava na hora de acordar, GazettE. É uma das faixas em que mais me empolguei na primeira vez que ouvi o álbum e adivinhem? Repeti a faixa 4 vezes sem parar. 5/5

Lucy -  Começa com riffs pesados e evoluí de forma frenética. O trabalho do Kai nessa faixa não merece aplausos, merece Tocantins inteiro, vai se foder. Nesta faixa a parte mais alucinante é, obviamente, o solo. Não sei vocês, mas o solo me fez lembrar as pauleiras das antigas, abraços pro Uruha e esse magnifico trabalho. Consigo imaginar essa faixa durante os lives da banda... Que maravilha isso vai ser. A faixa agradou geral, achei covers magníficos pelo youtube no mesmo dia do lançamento, essa galera é rápida.  5/5

GRUDGE - Mais uma faixa em transição, eu gosto de faixas assim, me julguem. Tudo trabalha muito bem nesta música, é possível perceber todos os instrumentos, dessa forma eu não preciso reclamar por não ouvir o trabalho de algum membro. Os instrumentos, eles soam muito bem com a voz do Ruki, alguém aperfeiçoou ainda mais a técnica vocal, hein?  Uma faixa realmente gostosa de se ouvir. Ah, sim, eu adoro o vocal feminino introduzido em GRUDGE, de verdade. Soa tão divertido, mas gosto quando eles fazem isso nas canções. 5/5

Paralysis -  Eu acho o instrumental incrível, não posso negar. O pré-refrão é agradável, porém o que me broxa é a quantidade de "informações" no refrão. Não sei muito como me expressar sobre a faixa, ela fica junto com Rage, no banco de reservas. É uma pena, mas algo nela me incomoda, se torna irritante de se ouvir. Desculpem... Próxima!! 3,5/5

DEUX - Não só pra mim, mas para vários fãs, junto de Ominous, DEUX é uma das melhores faixas deste álbum, sem exageros. A faixa tem um instrumental poderoso, aquele mix de informações que foi combinada perfeitamente com os arranjos de um piano. Eu não me incomodo com os guturais nesta faixa, não entendo o motivo desse detalhe me irritar nas faixas anteriores. O solo, sim, nós o temos! O trabalho de ambos guitarristas é tão foda e inacreditável, O final da faixa é frenético, um orgasmo. É. Essa é a sensação. ~risos~ 5/5

Blemish - A penúltima faixa de DOGMA. A forma frenética dessa música me tira do sério. Não tem nada nela que eu possa reclamar. Tudo funciona muto bem aqui. O grande ponto pra mim é a forma como a faixa se encerra, eu realmente amei isso. Sem muitos rodeios, é uma boa música. 4/5

Ominous - Última faixa do álbum. Pelo que já percebi em enquetes de vários fansites, é a favorita. Certo, o pessoal tem bom gosto.  A faixa tem um inicio bem peculiar, onde se introduz um piano, em falar nisso, tenho notado bastante o uso do bom e velho piano, quero mais disso em UGLY, certo? Menos sintetizadores irritantes e mais pianos.  O legal dessa faixa é a forma como ela evolui para algo mais dramático (como se Ruki não fosse dramático o suficiente). Os solos que tanto amo nessa banda não me decepcionam nem um pouco em OMINOUS.  Os solos dessa faixa são de se tirar o folego, são diferentes de tudo que já ouvimos com o the GazettE até hoje, muitos são fãs desde a era old-school, a mudança é inevitável. Eu me sinto agradecida pela existência dessa banda. A faixa se encerra com o mais poderoso solo existente nesse álbum. "Eu olho pro teclado atordoada, não sei o que dizer, só sentir" Miranda, Roberta. 5/5


Olha, em tempos modernos, eu até entendo que a banda queira incorporar elementos diferentes no som, mas.. Cadê a harmonia? Certas faixas chegam a me dar dor de cabeça. Parece que só jogaram o instrumental ali, inseriram os "adereços" e "tá pronto para vender!". Desde o lançamento de TOXIC, o GazettE anda nessa vibe de experimentações. Acho que todos já sacaram que, o foco do the GazettE agora é mudar o som da banda. Eu não sei me explicar, consegui reconhecer o grande the GazettE em poucas faixas.  Enfim, a minha nota final para este trabalho é 9.0, afinal de contas, saíram de um hiatus de dois anos e todos estamos felizes.
Bring me Back to the Summer Storms with You and I...

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